domingo, 25 de dezembro de 2011
sábado, 19 de novembro de 2011
"em nome dos artistas"
Pavilhão, vista 3º andar
Damier Hirst, Leucemia
Gardar Eide
Dan Colen
Nate Loman
Damier Hirst, Nekrópolis
Pavilhão, vista 2° andar
Félix Gonzales Torres
domingo, 18 de setembro de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
De volta!! :-D
Esta semana voltei das férias da Bienal.
Agora numa nova etapa vamos estudar profundamente os artistas e os trabalhos que estarão nesta exposição.
Começando pelo maravilhoso trabalho da artista e fotógrafa Cindy Sherman.
Começando pelo maravilhoso trabalho da artista e fotógrafa Cindy Sherman.
Nascida em 1954 em Nova Jersey, cresceria em uma pequena cidade nova-iorquina sem nenhuma significante influência artística familiar.
Mesmo assim, estava interessada em pintura e logo matriculou-se em artes visuais na State University College of Buffalo.
O movimento seria frustrante por um lado eu estava meticulosamente copiando a arte dos outros, ela diz, mas benéfico por outro já que a aproximaria da fotografia.
Mesmo assim, estava interessada em pintura e logo matriculou-se em artes visuais na State University College of Buffalo.
O movimento seria frustrante por um lado eu estava meticulosamente copiando a arte dos outros, ela diz, mas benéfico por outro já que a aproximaria da fotografia.
Ser o outro, centenas de imagens, conhecidas, desconhecidas, imaginárias. Atriz noir, menina, manequim, prostituta, bronzeada, grotesca, viajante, imperfeita...
Uma galeria infinita de personagens e personas, sempre femininas, femininas nas diferentes fases de sua carreira, femininas à exaustão. Feminista? Recusa-se: eu não vou sair por aí defendendo essa coisa besta de teorias feministas. Seu trabalho também transita pela montagem de cenários e situações macabras, pelo uso de próteses (em si ou fotografas) e pelo cinema.
Uma galeria infinita de personagens e personas, sempre femininas, femininas nas diferentes fases de sua carreira, femininas à exaustão. Feminista? Recusa-se: eu não vou sair por aí defendendo essa coisa besta de teorias feministas. Seu trabalho também transita pela montagem de cenários e situações macabras, pelo uso de próteses (em si ou fotografas) e pelo cinema.
Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2010/08/fabricar_um_corpo_de_mulher_cindy_sherman.html#ixzz1UGITqv3X
Cindy Sherman vai além do dispor de si, seu corpo levado para além dos limites de uma identidade pessoal própria, se torna um corpo qualquer, simplesmente uma pessoa fabricada. É nesse sentido que aparece a dificuldade de classificar sua série de fotografias onde é sua própria modelo como auto-retratos. Ora, ela nunca está lá.
Tento sempre distanciar-me o mais que posso nas fotografias. Embora, quem sabe, seja precisamente fazendo isso que eu crio um auto-retrato, fazendo essas coisas totalmente loucas com esses personagens, diz, mas seria possível? Com implicações psicanalíticas claras, a escolha e a criação dos tipos a serem fotografados são feitas pela própria autora, seriam uma projeção ou um querer ser? O enigma é o fascínio maior aqui. Não ser mais quem se é, ser outro, dissipar-se em ninguém é o que Cindy Sherman perturbadoramente nos propõe.
Leia mais: http://obviousmag.org/archives/2010/08/fabricar_um_corpo_de_mulher_cindy_sherman.html#ixzz1UGITqv3X
Mudança de Nome
A partir de hoje mudei o nome e o endereço do blog de Diário de uma Arte Educadora para Vida de Arte Educadora.
Primeiro por questões de acesso pois encontrei algumas coisas parecidas e aí estava acontecendo erro de página para as pessoas encontrarem e conseguirem visualizar a página do blog.
E também porque diário pressupõem que se deve fazer anotações todos os dias o que nem sempre acontece embora fosse a intenção inicial por falta de tempo algumas vezes não consigo sentar para escrever.
Então mudei para Vida o que me deixa mais descompromissada do peso da palavra Diário, mas pretendo continuar relatando minhas experiências, dúvidas e questões sempre...
:-)



























