terça-feira, 21 de junho de 2011

Desabafo

Nesta sexta feira a Stela veio conversar conosco a respeito das visitas nas instituições, nossas impressões e pontos de vistas.


Fiquei um pouco triste e desanimada com a atitude de alguns educadores que vem todos os dias trabalhar com o mesmo discurso decorado de forma crítica a instituição.


Nenhum trabalho é perfeito mas desde o ano passado a Bienal tem feito um grande esforço em formar profissionais que vão atuar não somente lá mas em outras instituições.


Em virtude disso durante a formção para a 29ª Bienal visitamos vários Museus em SP a fim de conhecer melhor seu educativo.


Foi um processo riquíssimo no qual aprendi muito , não só na maneira de lidar com o público mas a respeito de arte e vários processos da educação informal.


Este ano não tinha sentido repetir tudo de novo.


Pensado que seria interessante termos contato com variedades de públicos de diferentes faixas etárias e intituições visitamos escolas municipais e particulares, estivemos em contato com uma ONG e possivelmente visitaremos outros lugares também.


Mas infelizmente alguns educadores portadores de uma visão muito limitado começaram a criticar sem dó nem piedade o trabalho proposto pela Bienal sem nem saber direito o que estava falando e sem ao menos apresentar alguma sugestão ou solução passível de ser analizada.


Geralmente não gosto de ficar falando muito nas reuniões , mas neste momento foi inevitável.


Acredito que devemos nos focar mais na realidade e no potencial visitante que temos de fato em nossas mãos e não ficar cojitando possibilidades passadas que não podem ser mudadas.


Este ano foi excelente o curso mesmo ainda não tendo terminado e mesmo que eu não trabalhasse na próxima exposição tudo o que aprendi até aqui já valeu a pena, foi uma experiência única, inesquecível,transformadora, plena em todos os sentidos não só como educadora, mas como artista plástica e como ser humano.


Mas para que isso aconteça a pessoa que está lá presente tem que estar aberta para ouvir outroa transformação o que nem sempre é possível.

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