Nesta tarde visitamos a Pinacoteca, onde iniciamos com uma fala da Elaine sobre o logotipo da Bienal.
Falamos também sobre as visitas no pavilhão que tanto na 29ª Bienal quanto na exposição de Oslo tem um caráter de investigação, reflexão e experiência.
O vistante é levado a uma emancipação, ou seja não se procura conduzir seus pensamentos para que o sujeito seja autônomo no espaço.
"Em nome dos artistas" é um recorte de cerca de 50 artistas norte-americanos de uma coleção particular do museu Astrup Farley que fica em Oslo-Noruega e tem como curador Gunnar Kvaran.
Discutimos como o corpo se relaciona com a obra de arte.
O quanto a relação com o espaço diferencia o comportamento e como ele muda diante das situações.
E como o corpo é humilhado pela sociedade.
Alguns artistas forma citados, dentre eles; Félix Gonzales Torres com seu trabalho intitulado Blue Placebo.
Este trabalho é formado por balas que equivalem a mesma quantidade de peso dele próprio e de seu companheiro já falecido.
Em outras vezes que este trabalho esteve esposto as pessoas podiam se apropriar das balas.
Diante disso ficamos pensando como isso se dará durante a exposição na Bienal visto que há ainda a questão da preservação e seria inviávvel repor todas as balas se estas forem pegas pelas pessoas.
Após essas discussões conhecemos um pouco mais da história da Pinacoteca, seus projetos e materiais educativos.
O dia foi muito produtivo, tive várias idéias sobre materiais que poderia usar na visita.
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